domingo, 12 de maio de 2019




A multiplicidade da sala de aula


     Na postagem original, escrevi sobre as ações diferenciadas que o professor dedica aos seus alunos e da valorização das habilidades de cada um. A sala de aula é composta por uma grande variedade cultural, são muitas mentes pensando em formas de desenvolver a aprendizagem. Cada aluno se desenvolve e aprende de forma única, em turmas de anos iniciais, as diferenças são mais evidentes. Os alunos se encontram em diferentes níveis de aprendizagem e o professor, a partir de suas observações, cria estratégias para atender a multiplicidade de sua turma. E as ferramentas disponíveis devem ser utilizadas para favorecer a aprendizagem, respeitando as diferenças, sem comparar ou classificar.
     A riqueza na utilização de recursos é um grande auxilio para o professor nas aulas. A variedade é uma forma de contemplar diferentes grupos de alunos. A ação do professor direciona sua prática para uma educação que inclui e integra os alunos como um todo.


Postagem original: 5/12/2017

sábado, 2 de fevereiro de 2019



REFLEXÃO SOBRE MINHAS APRENDIZAGENS

              
     Na reflexão que foi realizada em setembro de 2015 eu escrevo sobre minhas aprendizagens do semestre. Era o início do curso, mas a mudança já começava florescer. Escrevi sobre a importância da escola para a formação de cidadãos conscientes de seu papel social, da escola democrática capaz de atender a todos sem distinção.
     Estas reflexões que foram realizadas em 2015 citam alguns conceitos que foram muito importantes durante o curso: gestão escolar, aluno, prática docente e aprendizagem.
     São conceitos que agora estão mais evidentes, principalmente, depois do estágio. As minhas experiências foram muitos ricas e reafirmaram o quanto é importante uma gestão democrática para permitir um amplo espaço para discutir prioridades, permitindo que dentro da sala de aula o professor possa inovar, sair da rotina e trazer novas formas de ensinar.
     O aluno deve ser visto como um ser atuante e capaz de fazer suas escolhas. Ele não pode ser apenas um espectador do mundo deve receber estímulos para sair em busca de novas aprendizagens.
     Procurei aplicar estas reflexões na minha prática, durante o estágio. Utilizei diferentes tecnologias, dialoguei com meus alunos, mudei a rotina da minha sala de aula, observei cada momento de aula para verificar se eles estavam aprendendo. O aprendizado de todos os semestres trouxeram conceitos que deram uma base importante para realizar o estágio.
      Escola é liberdade e movimento. É um espaço para criar e superar desafios.


MINHA TURMA DEZ/2018





Postagem original: 01/09/2015



                      TEMPO

     Na postagem, que realizei em outubro de 2016, escrevi sobre o tempo e como nossa vida é determinada por ele. O tempo é único e individual.
     Neste semestre deixei o blog de lado, pois utilizei meu tempo para realizar o estágio. Novamente, o tempo escapou pelas minhas mãos. Durante os quatro semestres, falamos e planejamos a organização do tempo. Não estou me lamentando, mas constatando que o tempo passou e deixei de fazer algumas coisas, poderia ter me organizado melhor. O estágio exigiu uma dedicação imensa, mesmo eu possuindo uma vasta prática escolar. Esse era o momento de demonstrar que todas as reflexões poderiam se transformar em ações na sala de aula. Procurei aplicar a teoria e as muitas ideias que aprendemos durante o curso.
     Mas, o que posso dizer sobre o tempo é que ele também foi meu aliado durante o estágio. Consegui realizar um bom estágio, foi muito intenso, com pouco tempo para pensar em outras tarefas. O tempo eu usava para planejar e preparar as aulas.  Neste período, me dediquei exclusivamente, fiquei preocupada e entendi que temos um tempo único e individual.
     Estou falando do meu tempo, mas não posso esquecer dos alunos. Como é importante respeitarmos as individualidades de cada um e o tempo das aprendizagens. Nesse tempo de estágio observei que todos subiam degraus da aprendizagem, alguns acima, outros abaixo, mas todos evoluindo na subida, conforme o tempo de cada um.
      Durante este período, a partir dessas vivências, me tornei uma professora melhor. O tempo foi meu aliado. Mesmo com falhas, aprendi muito durante esse tempo.









Postagem original: 13/10/2016

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019


          SOU PROFESSORA E ALUNA


     Na postagem que realizei, em outubro de 2016, escrevo sobre a minha rotina e as tarefas que desempenho. Que bom que tenho a oportunidade de fazer tantas tarefas, isso me torna competente e dedicada na realização das minhas funções diárias.
     Quando escrevi sobre as funções de professora e estudante, falei que eram dois papéis distintos, mas se aproximavam da pessoa que sou.
     A partir da experiência do estágio e com a graduação se aproximando, percebo que o estudo e a docência estão lado a lado e possuem a mesma importância para mim. A docência exige que o estudo tenha frequência e relevância para o professor que acredita em mudança e melhorias na educação.
      Para a realização do estágio a pesquisa foi constante, mesmo eu possuindo uma vasta experiência. Nesse momento, o que me dava segurança para entrar em sala de aula era saber que eu tinha um repertório para trabalhar com os alunos. Minha segurança era decorrente da pesquisa e da troca de experiências com outros colegas.

     Agora, posso afirmar que o estudo complementa minha profissão e não consigo ver distinção na aluna e na professora que sou. O estudo faz parte da minha vida assim como minha profissão. A aluna que sou agora fará parte de mim enquanto eu exercer minha profissão.




PROFESSORA E ALUNA / 2018



PROFESSORA E ALUNA / 2016
                                       






Postagem original: 10/10/2016

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019




                      OUTRA VISÃO SOBRE ENSINAR

       
     Esta postagem foi realizada em um momento importante de reflexão. Durante uma aula do SI IV discutimos sobre a liberdade na escola, principalmente, durante as aulas. O texto de Rubem Alves fala de escolas que são gaiolas e escolas que são asas. Nesse momento, muitos conflitos e dúvidas surgiram sobre a minha prática pedagógica. Será que eu estava fechando meus alunos em gaiolas? Ou eles estavam voando? Constatei que eles poderiam voar muito mais se as gaiolas fossem abertas.
     Foi um momento importante para rever os conceitos que eram ditos como certos e seguidos pela maioria dos professores. Na postagem eu escrevo que muitas escolas são gaiolas, com metas e conteúdos para serem vencidos e notas para alavancar bons índices.
     Desde que fiz esta postagem procurei mudar e adaptar minha forma de trabalhar com alunos. Mas não era suficiente, pois eu acabava fazendo da aula apenas uma cópia do quadro. De acordo com meus conceitos, se eu trabalhasse com jogos e brincadeiras durante metade da aula e depois usasse o quadro estaria tudo bem. Fiz isso durante um bom tempo. Preparei aulas diferentes, mas estava presa às atividades escritas no quadro. Eu acreditava que aula boa e significativa deveria ter algo para copiar. Então tinha um pouco de tudo, mas o quadro era a essência da aula.
     Durante o estágio, procurei me libertar da cópia e do quadro. Utilizei diferentes técnicas e materiais e as aulas foram maravilhosas. Em muitas aulas, nada foi escrito no quadro ou no caderno e os alunos não deixaram de aprender. Finalmente, entendi que aula é todo o tipo de contato que temos com nossos alunos, pode ser uma boa conversa ou uma brincadeira, o aprendizado ocorrerá em todos os momentos.




LIVRE PARA APRENDER





Postagem original: 18/10/2016

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019




            A  UTILIZAÇÃO DE RIMAS NA ALFABETIZAÇÃO



     Em maio de 2016 iniciamos um projeto de leitura na escola envolvendo as turmas de segundo ano. O projeto se chamava Maleta Poética e tinha como objetivo promover a produção escrita e a leitura envolvendo a família. O projeto alcançou ótimos resultados com alunos que se tornaram leitores escritores. Os resultados também foram percebidos nos anos seguintes.
     Então, diante da beleza deste projeto e dos resultados positivos, resolvi incluir como atividade diária no meu projeto de estágio. Percebi que esta atividade tornava a leitura e a escrita agradável, prazerosa e lúdica aos alunos, não era algo imposto, pois eu sempre perguntava quem gostaria de levar a Maleta para casa. E ao perguntar, todas as mãos eram estendidas para o alto, ansiosas por serem escolhidas.
     No período do estágio, a leitura da Maleta Mágica, envolvia um ritual com vestimentas e acessórios. Os alunos faziam a leitura utilizando microfone e caixa de som e a professora fazia o registro. Cada dia de leitura era uma festa, as crianças não escondiam o orgulho e vontade de mostrar o que haviam produzido em casa. Uns diziam que haviam produzido à escrita sem ajuda e outros diziam que a família havia ajudado. Cada aluno demonstrou progresso, os alunos que sabiam ler evoluíram em sua produção escrita e oralidade e os alunos que estavam em processo de alfabetização ficaram mais seguros e entusiasmados para continuarem o processo.
     Foi um projeto que deu certo, complementou meu planejamento de estágio e auxiliou os alunos em suas aprendizagens. Consegui fazer importantes observações e perceber a evolução dos alunos. Eles mudaram a postura diante das atividades que eram propostas, pois ficaram mais confiantes de suas capacidades e que seriam valorizados por cada esforço. Eles se sentiram especiais nos momentos que recebiam a atenção dos colegas e da professora e cada momento de leitura se tornou um grande evento educativo.

    
ALICE
    

ANA

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019




             CURIOSIDADE TRAZ APRENDIZAGEM


    Na postagem que realizei em maio de 2016 escrevo sobre a curiosidade, esta que nos guia em direção à busca de mais aprendizagens. Somos movidos pela curiosidade da descoberta do novo, a curiosidade gera movimento e amplia possibilidades para aprender.
    Quando escrevi falei que a curiosidade está presente no cotidiano das crianças com mais naturalidade, elas perguntam e não se envergonham de investigar assuntos de seu interesse. E quando as crianças fazem novas descobertas não escondem a satisfação. Ao encerrar uma aula, os alunos mais ansiosos já querem saber o que terá na próxima aula. Dependendo da resposta da professora as expressões são negativas ou positivas. Vai ter algo que a gente gosta? Essa é uma pergunta bem comum. Afinal, do que as crianças gostam? O que querem aprender?
    Durante o estágio também me tornei uma pessoa mais curiosa, investigativa e observadora das ações que ocorriam em sala de aula. Para fazer um bom planejamento a pesquisa era o primeiro passo. Observei que os alunos não gostavam muito de atividades prontas, então eu procurava apresentar algo que eles pudessem produzir, conforme suas ideias.
    E no decorrer das aulas conversava e provocava os alunos para que eles demonstrassem seus sentimentos com relação às atividades que eram realizadas. A curiosidade movia minhas ações e me impulsionava na busca por aulas mais atrativas para os alunos. Eu buscava respostas para minhas perguntas visto que minha curiosidade também era investigativa.
    Descobri que os alunos querem brincar, jogar, utilizar tecnologias digitais, ouvir músicas da hora e ler sobre assuntos do seu interesse. Então, minha função é dosar este misto de interesses e criar, diariamente, a melhor aula possível.


CURIOSIDADE





Postagem original: 16/05/2016