quinta-feira, 24 de janeiro de 2019



                          Utilização das mídias na infância

                Tecnologia: uma ferramenta muito importante


    No segundo semestre de 2015 fiz uma postagem falando da utilização das mídias e o quanto elas podem ser prejudiciais à criança se forem usadas sem controle. Acredito que a tecnologia é um campo muito amplo para aprendizagens e descobertas e muitos aspectos podem ser analisados. Existem os aspectos negativos quanto ao uso precoce da tecnologia: as crianças deixam de fazer atividades que são essenciais para seu desenvolvimento motor como correr, pular ou saltar para ficar jogando game ou acessando redes sociais. Estão deixando de brincar ao ar livre para ficar em casa com seus tablets. Esses são apenas alguns aspectos negativos, mas devemos pensar que são crianças e suas ações devem receber orientação dos adultos e cabe a eles determinar o limite e quando as crianças devem utilizar as mídias.
    Quero ressaltar que os aspectos positivos, quanto ao uso da tecnologia, pelas crianças, foram muito positivos durante o estágio. As crianças estão muito atentas à tecnologia, então devemos utilizar esses recursos como nossos aliados.
    Utilizei os computadores como recurso para auxiliar na aquisição da leitura e da escrita das diferentes disciplinas do currículo. Percebi que os alunos evoluíram na leitura e passaram a interpretar com maior facilidade as atividades que eram propostas.
     Então posso afirmar que a tecnologia foi minha aliada durante o estágio, as atividades que as crianças desenvolveram foram supervisionadas por mim e tinham objetivos, faziam parte de um planejamento.











Postagem original: 22/09/2015       



         Diversidade cultural: Como apresentar atividades interessantes?


    Fazendo a releitura de uma atividade que realizei com os alunos no segundo semestre, percebo que apenas fiz um relato de uma atividade realizada, não houve uma reflexão ou maiores informações sobre a atividade. Não houve uma observação sobre a aprendizagem dos alunos ou sobre os aspectos que foram desenvolvidos.
    Durante o estágio realizei atividades similares, com o objetivo de trabalhar Consciência Negra. Para a realização desta atividade comprei um livro com o tema e apresentei diferentes propostas aos alunos para que eles tivessem opções para escolher. Diferentemente, da atividade anterior, nesta eu pensei nos objetivos que seriam alcançados e na aprendizagem dos alunos. Procurei levar atividades que possibilitassem a criação e o desenvolvimento da criatividade dos alunos. Em momentos de aulas eles já haviam sinalizado que não gostavam de atividades prontas, então aproveitei para fazer arte com eles.

 A educação das relações étnico-raciais tem por alvo a formação de cidadãos, mulheres e homens empenhados em promover condições de igualdade no exercício de direitos sociais, políticos, econômicos, dos direitos de ser, viver, pensar, próprios aos diferentes pertencimentos étnico-raciais e sociais. (SILVA, 2007, p.490) 


    A sala de aula é para experimentar, aprender, vivenciar diferentes situações de aprendizagem. É um local para refletir e compartilhar ideias, para que nossos alunos tenham consciência de seu papel social precisam conhecer suas raízes e sua história.
     Os alunos foram muito participativos durante a atividade e foi possível constatar que o aprendizado ocorreu.



Referência:
SILVA, Petronilha Beatriz Gonçalves e. Aprender, ensinar e relações étnico-raciais no Brasil. Educação: Porto Alegre/RS, ano XXX, n. 3 (63), p. 489-506, set./dez. 2007.









Postagem original: 15/11/2015




Interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, 2º Eixo/2015


                Manifesto: Novas percepções da escrita


    O Manifesto foi realizado como atividade para a interdisciplina Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica. Durante a escrita contamos um pouco a história da educação brasileira. Quando escrevi fiquei emocionada com a trajetória e os percalços da profissão e os desafios que os professores enfrentaram ao longo da história. Inicialmente, uma profissão destinada às mulheres com vocação para a função seguida da desvalorização.
    Sabemos que problemas existem, principalmente pelas condições inadequadas de trabalho, falta de qualidade no ensino público e falta de qualificação dos professores.
    Eu continuo acreditando na educação como fator principal para conscientização e melhorias na sociedade. Eu sei da minha importância para a educação, portanto, estou em fase de conclusão do curso de pedagogia.
    A graduação nos possibilita compreender, historicamente, como a educação evoluiu e o que podemos fazer para melhorar o sistema de ensino, visto que, adquirimos este conhecimento ao pesquisar, ler e dialogar durante as aulas.
    Acredito que o essencial é valorizar o aluno e tratá-lo como atuante de sua aprendizagem, o aluno não pode ser apenas ouvinte e suas aprendizagens devem estar direcionadas aos seus interesses.
    Agora, na minha profissão, tenho conhecimento e sei que posso fazer um bom trabalho, sendo uma professora reflexiva, questionadora e atuante a partir dos conhecimentos que enriqueceram minha trajetória durante o curso.





Postagem original: 28/11/2015


quarta-feira, 16 de janeiro de 2019




Ressignificação do blog

    Observando as postagens do primeiro semestre percebo que elas eram descritivas, pois descreviam atividades de rotina. Não havia uma preocupação com reflexão. O blog era um campo desconhecido, eu entendia que poderia postar qualquer assunto, desde que o tema fosse sala de aula.
    Os quatro primeiros semestres mostram uma busca por encontrar o tipo de postagem ideal. Existem erros e acertos e as fotos trazem boas lembranças do início do PEAD e as primeiras revoluções que foram ocorrendo na sala de aula.
    Mesmo não sabendo ao certo o que postar, o blog apresenta muitas evidências, através de fotografias, das atividades que foram realizadas.
    Algumas mudanças foram perceptíveis na forma de trabalho da professora-aluna. Passei a utilizar mais jogos, inclusive criá-los com diversos materiais. As interdisciplinas de Ludicidade e Matemática foram grandes incentivadoras para este processo ter início. Criei alguns jogos como tarefa para apresentar, mas eles acabaram fazendo parte da rotina, foram utilizados durante muito tempo. A interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil proporcionou mais momentos dedicados à leitura deleite.
    Durante os semestres, foi possível compreender que a aprendizagem ocorre de diferentes formas, sendo necessário que o professor apresente variados recursos, que incluem jogos, pois as crianças também aprendem brincando, formas divertidas de leitura para que envolvam as crianças e tragam o gosto pela leitura. Isso tudo é possível com criatividade e um bom planejamento. Para que a aprendizagem tenha significados para a criança o professor tem observar e perceber quais são as reais necessidades de sua turma.








sábado, 13 de outubro de 2018




Interdisciplina:Seminário Integrador VIII


 OS DESAFIOS DO ESTÁGIO


  O desafio do estágio começou na escolha do tema para o projeto. Eu queria algo que contemplasse a turma como um todo, onde todos pudessem participar. Então, segui por um caminho que sei que os alunos gostam e demonstram interesse: rimas. Foi também, uma sugestão da professora orientadora do estágio.
Não sei se os anos de experiência contribuíram positivamente ou se bloquearam minhas ideias para elaboração do projeto. 
 A minha ação exigiu que eu desconstruísse minha prática para construí-la novamente na ação pedagógica. Posso dizer que estou aprendendo a ser professora, deixei de lado os vícios de profissão para arriscar com coisas diferentes, com outra postura. Penso que já mudei bastante, mas ainda não é o suficiente. Foi difícil iniciar o estágio, estava insegura, nervosa, pensava se ia dar conta do planejamento, registrar tudo, pensar em cada detalhe. Sobrevivi e foi uma semana diferente, divertida, cansativa mas com uma sensação de trabalho realizado.


                 

                      




domingo, 2 de setembro de 2018



Interdisciplina: Seminário Integrador VIII


           WORKSHOP: APRENDIZADO E REFLEXÃO



A apresentação do Workshop é sempre um momento repleto de sentimentos. São sentimentos que nos acompanham durante o semestre e envolvem: descobertas, expectativas, perguntas, reflexão, diálogo, respostas e ideias. Pensamos sobre algo e não temos certeza, então, continuamos na busca por respostas. Parece que nada está acabado, iniciamos e não concluímos porque sempre surge algo para acrescentar. Ao ouvirmos nossos colegas percebemos que a fala deles contribui para ampliar nosso aprendizado. Os questionamentos que surgem ao longo das apresentações nos trazem reflexões importantes para consolidar algum conceito ou aumentar as dúvidas. Durante as apresentações, somos desafiadas a expressar nossas ideias com argumentos sólidos e coerentes e com embasamento teórico. É importante que o conhecimento e a prática acompanhem nossas reflexões, para que possamos evoluir em nosso aprendizado.
  



Interdisciplina: Seminário Integrador VIII



      PENSANDO SOBRE... ESTÁGIO


   

   O estágio é um assunto que traz um pouco de medo e insegurança. Não sabemos como será o desenvolvimento desta etapa. Depois da aula já descobrimos quem será nossa orientadora. Será a professora Darli Collares. Uma excelente professora que acompanha nossa trajetória desde o início. Algumas dúvidas já foram esclarecidas durante a aula, tenho certeza que teremos momentos únicos de aprendizado, ao lado da nossa orientadora, mas como será este processo?  O que vamos desenvolver com nossos alunos? Quais recursos vamos utilizar? Qual será a proposta de trabalho? Eu sei que temos experiência de trabalho, mas o que os professores esperam de nós? O que eu sei é que devemos inovar. Inovar no sentido de mudança na prática pedagógica, deixar de lado a segurança do nosso livro, do caderno, de folhas xerocadas, etc. Faremos nossos registros no Pbworks. Lá, será nosso diário, devemos incluir toda a rotina da nossa aula, incluindo fatos importantes do cotidiano. Devemos ouvir a palavra do aluno e deixar que o sentimento do novo, da novidade e do imprevisível nos contagie e nos guie pelo caminho mágico da educação. Se, ainda restam amarras do ensino tradicional com nossa ação docente, que o estágio proporcione momentos de reflexão e mudanças. Seguimos e que nossa experiência e prática sirvam para modificar nosso olhar sobre o aprendizado e a docência.