quinta-feira, 17 de novembro de 2016


Interdisciplina: Representação do Mundo pelas Ciências Naturais
            
                     
                         FLUTUA OU AFUNDA?

    Seguindo com as experiências na sala de aula: Flutua ou afunda? Levei alguns objetos: metais, plásticos, moedas, pedras e duas bacias com água. Mostrava os objetos para os alunos e fazia a pergunta: Flutua ou afunda? Os alunos anotavam no livro. Após as anotações, começamos a colocar os objetos na bacia com água, um por um, eles iam observando, quais dos objetos, flutuavam ou afundavam.
   Muitos ficaram surpresos com o resultado, haviam se enganado, outros vibraram porque acertaram. De qualquer forma, todos aprenderam e se encantaram com a experiência, eu também aprendi muito, apesar de ser uma atividade simples. Ao observar os alunos, percebi que eles se encantam com a possibilidade de experimentar, então a imagem do livro, que parecia tão distante, se torna real na sala de aula. A partir dessa atividade, pudemos aproximar as informações com o cotidiano deles.
    Agora eles querem experiências todos os dias, haja planejamento para esses alunos curiosos, se perguntam é porque têm vontade de aprender, sendo assim, me preparo para as melhores aulas.






Interdisciplina: Seminário Integrador IV

              
                   
                   FEIRA MULTIDISCIPLINAR

   O projeto envolveu as turmas de segundo ano da escola Miguel Couto. Contamos a história Maneco Caneco Chapéu de Funil, fizemos algumas atividades em sala de aula e os alunos receberam a tarefa de criar, em casa, seu boneco. Sugerimos diversos materiais, como por exemplo, sucatas, papel colorido ou massinha de modelar, os alunos foram auxiliados pela família.
   A criação foi fantástica, muito criativa e diversificada. Os alunos e os pais se dedicaram muito, ficamos encantadas com os belos trabalhos que apareceram. As crianças relataram que ficaram muito satisfeitas fazendo seu boneco, utilizaram materiais que iriam para o lixo, reaproveitaram. Além da brincadeira, houve aprendizado, eles perceberam que é possível criar brinquedos com o lixo.
  No dia da Feira, os alunos relataram, com muita autonomia, os passos da atividade. A Feira foi um sucesso e o aprendizado dos alunos, foi muito satisfatório. A escola que destina espaço para a criatividade dos alunos, estimula o desenvolvimento intelectual e a autonomia nas atitudes diárias.


“MANECO CANECO,
CABEÇA DE CANECO.
MANECO CABIDE,
OMBRO DE CABIDE.
MANECO ESCUMADEIRA,
BRAÇO DE ESUMADEIRA.
MANECO CONCHA,
BRAÇO DE CONCHA.
MANECO VASSOURA,
PERNA DE VASSOURA.
MANECO PÁ,
                                  PERNA DE PÁ”.

CAMARGO, Luís. Maneco Caneco Chapéu de Funil. Editora Ática. Ano: 2014.










quarta-feira, 16 de novembro de 2016


Interdisciplina: Representação do Mundo pelas Ciências Naturais

                           
                EXPOSIÇÃO NA ESCOLA

  O termo ‘taxidermia’ vem do grego que significa “dar forma à pele” e é a prática de montar ou reproduzir animais para exibição ou estudo. É popularmente conhecida como “empalhar”, pois antigamente eram utilizados palha e barro.
   É usada para a criação de coleção científica ou para fins de exposição e atende a diferentes públicos como donos de animais domésticos, pescadores e caçadores desportistas, criadouros de animais comerciais, bem como museus de história natural, entidades conservacionistas, zoológicos, universidades e mais recentemente o teatro e a televisão.
   A técnica busca preservar o desenho, a pele e o tamanho dos animais, permitindo conservar as características morfológicas do vertebrado. Sendo assim, é uma técnica essencial para o embalsamento, pois anula a atividade de organismos, como fungos e bactérias, que agem na decomposição da matéria morta. É um procedimento biológico que envolve conhecimentos de Química, Anatomia, Ecologia, Artes Plásticas e outras áreas, que começou a ser praticado no antigo Egito, nos processos de mumificação dos faraós.
   A maior parte dos animais empalhados é destinada a coleções científicas ou para fins de exposição. Por esse motivo, a Taxidermia tornou-se um meio importante de conservação cultural, que tem como objetivo o resgate de espécies, transformando-as em ferramentas educacionais. No Brasil, a prática realizada em animais silvestres é regulamentada por lei federal.

                      CONHECIMENTO E CURIOSIDADE
            
  Após a exposição, os alunos ficaram encantados com os animais marinhos que conheceram. Foram muitas perguntas durante e depois da exposição, sobre os tamanhos, alimentação, tempo de vida e o quanto a ação do homem pode prejudicar a vida dos animais marinhos. Eles ficaram preocupados com a poluição dos rios porque durante a exposição eles visualizaram fotos e o trajeto que o lixo faz até chegar aos rios e mares.

  Além de conhecerem os animais, houve conscientização dos cuidados com o meio ambiente. As ações começam em casa e na escola, conhecimento traz ações corretas e curiosidade impulsiona a busca por conhecimento. Aprender é essencial.  





Fontes de pesquisa:

sábado, 29 de outubro de 2016


INTERDISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS

   Reflexões a partir das experiências realizadas com a turma

     Aulas práticas de Ciências. O que dizer da satisfação de fazer uma experiência com os alunos? Dos olhares curiosos e admirados. Da expectativa de ver o que vai acontecer, ou das possibilidades e hipóteses discutidas pela turma. Não resisti, fiz três experiências com água, os alunos ficaram encantados.
    Eu percebi que não estava dando a devida importância para Ciências, deixava para depois, sempre priorizando outras disciplinas. Ela é tão importante, quanto às outras, na mesma proporção, se houver um bom planejamento e um posicionamento interdisciplinar do professor.
   As crianças têm um entendimento próprio do funcionamento das coisas, na escola, as informações ficam mais claras e específicas. Elas falam o que pensam, quando questionadas, mas ficam atentas às respostas dos colegas. Mudam ou acrescentam novas ideias, assim que ouvem as diferentes opiniões.
   Aprendi tanto quanto os meus alunos, fazendo as experiências. Aprendi a ouvir o que eles têm para me dizer. Respeitar seus saberes, sempre achamos muito. Decidi parar de “achar”, vou observar e fazer algo que tenha sentido para mim e para as crianças.

BOLSA MÁGICA: SACO PLÁSTICO COM ÁGUA


ILUSÃO INVERSA

ILUSÃO INVERSA

LENTE DE AUMENTO COM ÁGUA


LENTE DE AUMENTO COM ÁGUA
                                     



terça-feira, 18 de outubro de 2016



INTERDISCIPLINA: SEMINÁRIO INTEGRADOR IV
                             
          LIVRE PARA APRENDER

  “Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados têm sempre um dono. Porque a essência dos pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado”.  Rubem Alves. Gaiolas ou asas?
   Gosto de escolas que são asas! Escolas que escutam os anseios de seus alunos e proporcionam maneiras para a realização de diferentes sonhos.
  Gosto de escolas que são asas! Escolas que facilitam o aprendizado do aluno e seu desenvolvimento como um todo. Escolas que não podam a iniciativa e a curiosidade dos alunos.
  Gosto de escolas livres, sem amarras e sem preconceitos. Livres para serem utilizadas pelos alunos, de acordo com suas necessidades. Gosto da livre criatividade, do diferente e de sorrisos satisfeitos.
   Muitas escolas são gaiolas... Muitos professores e alunos estão engaiolados entre metas estabelecidas.
  Em muitos momentos, as portas das gaiolas, são abertas. Professores podem voar e levar seus alunos.

Gosto dos momentos de liberdade, posso fazer tudo diferente e proporcionar belos voos para meus alunos. Liberdade traz felicidade.



REFERÊNCIA:

ALVES, Rubem. Gaiolas ou asas? In: ALVES, Rubem. Por uma educação romântica. Campinas: Papirus, 2002, p. 29-32.




AUTORRETRATO DOS ALUNOS

        
AUTORRETRATO DOS ALUNOS
AUTORRETRATO DOS ALUNOS


                                                   



TEATRO DO SESC: CANTOS DE LINHO E LÃ. POEMAS CANTADOS DE DILAN CAMARGO

TEATRO DO SESC: CANTOS DE LINHO E LÃ. POEMAS CANTADOS DE DILAN CAMARGO

TEATRO DO SESC: CANTOS DE LINHO E LÃ. POEMAS CANTADOS DE DILAN CAMARGO


INTERDISCIPLINA: REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELAS CIÊNCIAS NATURAIS


          Importância do estudo das Ciências Naturais

     O contato da criança com o ensino de Ciências nas séries iniciais é muito importante, nessa faixa etária as crianças são curiosas, observam e gostam de explorar o mundo que as cerca. O professor deve propor atividades adequadas à faixa etária de seus alunos, atividades que possam enriquecer as descobertas e as experiências aplicadas. Com isso, criando uma postura de reflexão e crítica em seus alunos, que sabem respeitar o planeta e os seres de um modo geral.
  Muitas vezes, priorizamos o estudo da linguagem e da matemática, deixamos de lado o estudo das ciências. Ela é tão importante quanto às outras, possibilita que a criança tenha consciência crítica diante das descobertas e dos fatos científicos.
  É através das aulas práticas do ensino de Ciências, com pequenas experiências, que os alunos serão capazes de perceber como ocorrem alguns fenômenos naturais, a experimentação deve ser parte integrante do processo de ensino-aprendizagem de ciências.
  A ciência, nos anos iniciais, deve incentivar as crianças na busca de respostas, no agir com curiosidade diante do desconhecido pesquisar e tentar entender o porquê das ações que envolvem os fenômenos naturais.
   Na aula de Ciências, fomos por um caminho de descobertas, incentivadas pelos professores a buscar respostas. Quantas surpresas com o vídeo das crianças na Ilha dos Marinheiros.
 O quanto pode ser gratificante uma descoberta tão simples, são aprendizados para uma vida inteira.

 Que os professores e alunos não percam a vontade de aprender, que sejam movidos pela curiosidade de entender o mundo.




quinta-feira, 13 de outubro de 2016


Interdisciplina: Representação do mundo pela Matemática  

      Jogando PIF-PAF MAIA 
    
   Os jogos matemáticos desenvolvem o raciocínio lógico das crianças. A utilização de jogos nas aulas auxilia os alunos a aprenderem a respeitar regras, discutir papéis para chegar a uma estratégia para vencer, desenvolver habilidade de pensar de forma independente e em conjunto, dependendo do tipo de jogo, e na construção de conhecimento lógico matemático.
   A utilização dos jogos favorece muito a fixação de conceitos matemáticos. Na aula de Matemática, o professor nos apresentou um jogo de cartas diferente: PIF-PAF MAIA. Observamos as cartas, suas cores e representações, para descobrir o segredo e jogar. Foi um desafio, muitas hipóteses e tentativas. Quando descobrimos, iniciamos o jogo, foi muito divertido, até nos esquecemos do tempo. Um jogo envolve nosso pensamento, exige concentração e atenção.