sábado, 28 de maio de 2016


Disciplina: Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem 
 
         TROCA DE SABERES

 Participamos do encontro, Troca de Saberes, realizado na Prefeitura de Nova Santa Rita. Participaram deste evento, as professoras de segundo ano. Apresentamos nosso projeto Maleta Poética, explicamos os objetivos e através do PowerPoint, a sequência com as fotos.
  Ao final, distribuímos pirulitos com trechos de poemas conhecidos, as colegas tinham que formar grupos reunindo os versos na sequência correta e ler para o grande grupo. Foi muito divertido, rimos bastante e trocamos muitas ideias, o objetivo do encontro, mostrar novidades, que contribuam de forma significativa, para o aprendizado do aluno.













quinta-feira, 26 de maio de 2016

Disciplina: Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem


                               MALETA POÉTICA

                          PROJETO DE  ESCRITA E LEITURA

   Eu e minhas colegas do segundo ano, iniciamos um projeto de leitura e escrita, a Maleta Poética. Cada aluno levará a maleta para casa e deverá criar uma rima ou poema, em seguida fazer um desenho para ilustrar a atividade. Cada criança ficará um dia com a maleta. Esta atividade vai proporcionar momentos de leitura e escrita, tendo como foco a participação da família.
  As crianças ficaram muito empolgadas com o início desta atividade, dissemos que na maleta elas estavam levando um tesouro, que deveria ser muito bem cuidado. Elas estão cuidando com carinho e fazendo a atividade com capricho, acredito que teremos bons resultados no aprendizado de cada um. 

  A poesia desperta o imaginário da criança, levando-a a expressar desejos e sentimentos, descobrindo que é possível brincar com as palavras.

           








segunda-feira, 16 de maio de 2016

Seminário Integrador III

 FALANDO DE CURIOSIDADE...

   O que queremos saber. Por que queremos saber. A curiosidade nos guia pela busca do conhecimento. Sem ela não haveria interesse em pesquisar ou estudar. Quando crianças, agimos com mais naturalidade na busca de respostas. Na fase adulta, parece que paramos de perguntar, acomodamos nossa curiosidade em alguma caixinha com chave. Sentimos que agora adultos, já sabemos muito. Engano!
   Sabemos tão pouco. Existe um mundo inteiro, recheado de informações e novidades, esperando pelo interesse de um curioso.
    Perguntar e buscar, através da pesquisa, uma resposta. Nada de frase pronta, mas algo que motive a busca pela informação.
   



  

domingo, 8 de maio de 2016


    Disciplina: Literatura Infanto Juvenil e Aprendizagem
     
            DIFERENÇAS... SIM ELAS EXISTEM!


   Não é fácil falar do diferente, falar de algo que não sentimos na pele. Os professores encontram na literatura apoio para tratar da diversidade. Portanto, o material deve ser muito bem escolhido e selecionado, para que esclareça e não confunda as informações. Estou com muitas dúvidas, quanto a escolha do material apropriado para trabalhar com os alunos, em sala de aula. Tornar o espaço escolar apropriado para a inclusão é muito difícil, penso que na literatura ocorre o mesmo. 
   Enquanto o que se fala estiver distante da realidade, vai ser assim, duas linguagens distintas. Então o que fazer... busco respostas. Na minha sala de aula faço observações, para direcionar meu trabalho, não temos uma receita pronta, as tentativas e a vontade guiam meu trabalho.




sábado, 23 de abril de 2016

   
  Disciplina: Ludicidade
          

                      QUANDO PARAMOS DE BRINCAR?

  Lendo diversos textos, sobre as variedades de jogos, sua importância no desenvolvimento das crianças, de repente pensei: quando parei de brincar?
  Quando deixei de dar importância para as brincadeiras infantis? Quando pensei que sala de aula não é lugar de brincar? Quando pensei que o quadro é mais importante que boas risadas? Quando pensei que brincadeira é sinônimo de bagunça? Quando pensei que criança não aprende brincando?
  Quando eu deixei de brincar... Esqueci do quanto é bom ritmar a batida das mãos com uma música. Coordenar o movimento dos pés quando a corda se aproxima. Fechar os olhos, contar e sair à procura de alguém. Esqueci do coração acelerado, ao fugir das mamonas ou de uma bolada nas costas. Do quanto é bom ouvir histórias de assombração e sair na rua, para mostrar que não existe medo.

  Pensei o quanto podamos as crianças, ao dizer: agora não é hora de brincar, depois você brinca. Só que o depois, não chega nunca, não valorizamos as brincadeiras e os jogos, como se deve. Lembrei da minha infância e do quanto eu fui feliz brincando, essa reflexão foi necessária para minha autoavaliação e mudanças na prática docente.







domingo, 17 de abril de 2016


          Palestra para nossos colegas


   Foi uma enorme satisfação, dividir com os colegas da escola Miguel Couto, nosso aprendizado na UFRGS. Fomos convidadas, (eu, Anna e Veri) pela equipe diretiva, para palestrar e falar um pouco das descobertas e novos desafios, propostos pela universidade. Um dos objetivos, da graduação, é levar adiante novos olhares e mudanças na prática pedagógica dos professores. Espalhar um pouco do nosso aprendizado em prol dos alunos, nosso grande foco.  

   Pelo olhar dos professores que estavam participando, houve emoção e resgate de sentimentos, que muitos guardam, por medo de serem vistos como fracos. Fizemos leituras, relatos de situações, de atividades (realizadas em semestres anteriores) e brincadeiras. Nos emocionamos, rimos e tentamos mostrar aos colegas, que é possível fazer um trabalho diferente, quando há afeto e vontade.

     Senti que meu trabalho e estudo são valorizados, as pessoas querem nos ouvir, querem se atualizar e saber o que estamos estudando e aprendendo na universidade.
  





domingo, 10 de abril de 2016



       Disciplina: Ludicidade e educação

       Professoras: Darli e Tania         

  Na aula do dia seis de abril, lemos um poema, juntamente, com a professora Tania. Um belo poema sobre a justificativa de que ao brincar, a criança não apenas brinca, mas aprende.

  Logo em seguida, a professora perguntou se nós bricávamos. Fiquei pensativa... Sinal que eu não brincava mais. Fiz um esforço para lembrar e não consegui.

  Temos a imagem de que adultos não brincam, acordam cedo para trabalhar e não existe tempo para isso. A vida é cheia de compromissos e todos os dias fazemos um esforço enorme para dar conta de tudo.

  Na segunda parte da aula, a professora Darli fez as alunas voltarem a serem crianças. Brincamos juntas e nos divertimos muito. Esqueci das coisas que eu tinha que fazer no outro dia, esqueci da hora e do lugar onde eu estava. Senti um clima de cumplicidade e aproximação das alunas e da professora. Olhamos nos olhos umas das outras e sorrimos, fizemos barulho e bagunça. O que ficou foi alegria de fazer parte deste grupo e a vontade de passar adiante o aprendizado com nossos alunos.

  No outro dia, com meus alunos brincamos de detetive e imitação. As crianças adoraram. Todos queriam participar, houve muita concentração, geralmente eles não têm no dia a dia. Percebi que as crianças se aproximaram mais de mim, ficaram mais alegres. No outro dia queriam brincar de novo e contaram para os outros colegas como havia sido a aula no dia anterior.